Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Desolação...

 

 

ó Desolação sem sentido...
não te esquecerei!!!
consente-te meu coração
ausência sem remédio
neste viver como quem morre
a dor deste vazio

 

publicado por Latitudes às 14:50
link do post | comentar | favorito
11 comentários:
De Ceu Dias a 6 de Julho de 2009 às 17:22
Um vazio repeleto de emoções poeta, bjs e abraços
De gabriela rocha martins a 6 de Julho de 2009 às 21:54
para re inventar o vazio




.
um beijo
De adesenhar a 6 de Julho de 2009 às 22:34
andas dorido João(?!)
toma uma chá de girassol
do post anterior
que isso passa.

abraço amigo
De Latitudes a 6 de Julho de 2009 às 23:04
não consegui conter a gargalhada!!!
só tu, meu Amigo....só tu!
De Latitudes a 7 de Julho de 2009 às 11:27
o vazio reinventa-se com três colheres de chá de boa poesia, meia dúzia de sólidos Amigos e uma mão cheia de beijos precipitando o abraço... para que nunca só na aridez da ausência...
obrigado Gabriela, Céu.. e outros abraços mais silenciosos
outra qualquer receita …peçam ao adesenhar … conhecedor das mais sofisticadas mezinhas
De Presente, na Ausência a 8 de Julho de 2009 às 13:58
Parabéns, de novo, mais uma vez e, quiçá, Sempre...

Abraço E.

P.S.: Obrigada pela receita.
De Francisco Seixas a 13 de Julho de 2009 às 23:23
Grande João, não percebo a tua "desolação", visto teres feito mecanica ;-) "a vida é feita de momentos positivos"...
De Latitudes a 14 de Julho de 2009 às 14:51
Amigo Francisco,

é muito bom saber que te manténs ligado a estas "Latitudes"...
não tendo sido grande nota, o meu 14 foi a melhor nota... um quase sucesso de sabor agridoce .
... um momento positivo é quando se faz um novo Amigo...
obrigado Amigo pela tua presença neste meu íntimo diário de "ausências" mais ou menos desoladoras... um abraço
De Lampejos a 17 de Julho de 2009 às 05:45
...

Ausência no doce índigo da noite que registra as carnes, que deixa o sentido proclive a intimar com o vazio
... essa espada em que os dedos tímidos meditam...

O calor exalado do piso e o frio no peito perturbam a bruma...
as feridas sem remédio

Retocada de sombra..
a rua
húmida
tirita como as folhas ou um poeta desolado em um balcão ao clarear do alvorecer.

[obrigda]


(a)braços,flores,girassóis:)
De Latitudes a 18 de Julho de 2009 às 21:19
valeu a demora!…
este comentário que agora me arrepia
revela… nunca desoladora…
a tua Poesia
ausentes esses azuis proclinados
para um quase esquecimento
esse vazio, sombrio que retarda
o despertar da luz
gume dessa espada que investe sobre nós
que intimida o pensamento
húmido de saudade…
bruma que invade de sombras
a rua …
onde desperta
a nossa angústia
De adesenhar a 20 de Julho de 2009 às 22:03
ora aqui vai...

um poema dedicado aos "rabecos"

para saires desta tua desolação

com mais ou menos tarecos

e peixes saltitantes na mão.

abraço amigo


Comentar post

.João Ramos


. ver perfil

. seguir perfil

. 5 seguidores

.pesquisar

porque a riqueza está
na diversidade...
não à uniformização...
"as imagens possíveis.../ neste lugar ao sul no meu/ interior nordeste/ uma viagem à minha / geografia interior/ lugar onde sou e que sou, sempre!.../ ainda que em Latitudes ausentes/ buscando uma longitude constante” Mário João Page copy protected against web site content infringement by Copyscape


.... com a ferramenta possível... possivelmente o melhor de mim

.arquivos

. Outubro 2018

. Setembro 2018

. Agosto 2018

. Julho 2018

. Junho 2018

. Maio 2018

. Abril 2018

. Março 2018

. Fevereiro 2018

. Janeiro 2018

. Dezembro 2017

. Novembro 2017

. Outubro 2017

. Setembro 2017

. Agosto 2017

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

. Dezembro 2014

. Novembro 2014

. Outubro 2014

. Setembro 2014

. Agosto 2014

. Julho 2014

. Junho 2014

. Maio 2014

. Abril 2014

. Março 2014

. Fevereiro 2014

. Dezembro 2013

. Outubro 2013

. Setembro 2013

. Agosto 2013

. Julho 2013

. Junho 2013

. Maio 2013

. Abril 2013

. Março 2013

. Fevereiro 2013

. Janeiro 2013

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Setembro 2012

. Julho 2012

. Junho 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Fevereiro 2012

. Janeiro 2012

. Novembro 2011

. Setembro 2011

. Agosto 2011

. Julho 2011

. Junho 2011

. Maio 2011

. Abril 2011

. Março 2011

. Fevereiro 2011

. Janeiro 2011

. Julho 2010

. Junho 2010

. Maio 2010

. Abril 2010

. Março 2010

. Fevereiro 2010

. Janeiro 2010

. Dezembro 2009

. Outubro 2009

. Setembro 2009

. Julho 2009

. Junho 2009

. Maio 2009

. Abril 2009

. Março 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Setembro 2008

. Agosto 2008

. Julho 2008

. Junho 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

.links

.Carmen Ayerra

fiquei deslumbrado com esta pequena bruxinha... mágica poesia que se lança como um feitiço aos olhares mais desencantados...
fado português... fado meu... vida minha...
RSS