De N. a 6 de Janeiro de 2009 às 09:29
Nada sou! E contudo, sou...
Sou,porque és, porque fazes com que seja...
Vamos dar asas ao desejo, explorar onde o tempo pára, ou atravessar a pálida névoa nos cosmos das águas tranquilas, onde reside o verbo,onde o espiríto se aquece e a calma se refresca...
Mergulhar no impulso do inúmero ou calcorrear as cascatas do céu no infinito das terras sagradas, onde tudo é harmonia, onde se vê o incomensuravel e se sente o improvavel...
Sim, vamos dar asas ao desejo!!!...
Deixar que ele nos leve à génese do ser e ser qualquer nudez na fluidez do nada...
Se nada sou e mesmo assim sou, deixa-me nada permanecer e contigo Ser...

minhas não são estas palavras, mas falam meu sentir ...
ao meu venerável Poeta
Abraços e flores
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