5 comentários:
De s.a. a 18 de Março de 2008 às 21:46
jaula onde vivo...
Matai-me de uma vez!!
De adesenhar a 18 de Março de 2008 às 23:41
as engenharias estão com cálculos
poéticos sob efeito do momento flector!
anima-te poeta.

abraço
De Lampejo a 19 de Março de 2008 às 04:36
Mário,

Isso é um arco-íris de tão comprida que é a dor.

Eu imagino-te enlaçado com a maior dor do mundo!

Choro como choraria se ela estivesse em mim.
Não que o choro alivie a dor, não se iluda, mas chorar é transformar a dor em qualquer coisa visível.

Liberta-te dessa jaula de quem te prendeu em seus braços; e assim, preso, te faz Livre de todos os laços.

Poeta, meu poeta não te deixe que se escapem os amanheceres.

Um pacto?! Há lugar no meu colo e no meu peito...com o melhor do mel.

(a)braços e flores :)
De gabriela rocha martins a 19 de Março de 2008 às 12:51
absoluta
mente

a POESIA

quer.se
liberta

de nós


solta
a
angústia
e
ri

POETA


.
um beijo
De Ceu a 21 de Março de 2008 às 14:10
Liberta-te meu amigo e simplesmente VIVE...a tua força deverá ser tão forte quanto o teu talento!!!BJS

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