3 comentários:
De s.a. a 13 de Março de 2008 às 00:08
vício...
Não! desejo

a gaivota...sente-a!...
De gabriela rocha martins a 14 de Março de 2008 às 00:17
deixo o meu

canto .chão

e levo
o absoluto

poema


.
um beijo
De Lampejo a 17 de Março de 2008 às 05:29

“A sede de beber no rio de palavras e versos”

Não seria essa “sede” um dos o mistérios, que nos atiça e nos faz ousar!?
Sim...claro que sim!

Espero que a tua sede de versos, prosas etc... nunca se esgote.

Bela homenagem poética!

.............

Irei lembrar sempre que (tu) és...imemorável e indizível.
És grande demais para caber dentro dessa caixinha de memórias.
Mas eu vou lembrar... Vou (te) guardar dentro de cada estrela que se forma em meu olhar

(a)braços e flores poeta :(

Cuida-te!

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