Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2007

habita-me!...

procuro acompanhar teu poema
para que me leves de mão dada
passeando por teu sonho
elevo-me!
levito na pureza do casulo
onde me proteges e amas...

para que não perca o momento
em que a tua boca convidativa
apela à fusão dos nossos desejos,
entrego-me a ti!... ao poente
de um róseo entardecer
sob o calor dessas mãos mágicas
lenta e suavemente abrindo todas
as portas que levo já entreabertas.
habita-me!
meu corpo será teu, plenamente,
aromático e sedutor
como um templo de silêncios
rasgado com sons voluptuosos
e aromas silvestres...

publicado por Latitudes às 07:41
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3 comentários:
De Isabel Filipe a 13 de Dezembro de 2007 às 09:15
Depois da brincadeira de ontem, no nosso amigo comum aDesenhar, fiquei curiosa e vim conhecer-te ...

fiquei deliciada com os teus poemas ...
são lindos ...

parabéns.


beijinho
De Latitudes a 13 de Dezembro de 2007 às 10:41
Olá Isabel,

Bem-vinda às minhas Latitudes
regressa sempre que sintas vontade...
cada novo amigo é, para mim,
uma fonte inesgotável de emoções
para já a felicidade que senti ao ler o teu
simpático comentário

!Obrigado!
De Lampejo a 14 de Dezembro de 2007 às 03:33
Mário,

Algumas pessoas se tornam abrigos seguros.
Algumas pessoas são realmente insubstituíveis e nos deixam um sorriso no rosto quando pensamos nelas.

E tê-las conosco é como dormir com a promessa de flores no amanhecer...

em uma vida que segue..

E para ti, meu beijo seguro. Sagrado.

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