6 comentários:
De Teresa Alves a 3 de Outubro de 2013 às 00:15
Pálido e translúcido, quase morto, ou quase vivo, mas ainda respirante e aspirante das asas... silenciosas e ofegantes. Ao mesmo tempo. E para sempre.


Boa noite.
De Teresa Alves a 6 de Outubro de 2013 às 23:23
Ou estou perdendo a minha capacidade de referir um comentário deslocando-me entre as palavras, imagens e sentires... ou estou! Porque o que havia aqui, antes contraste pelo fundo negro, era uma mulher de face pálida, pálida... envolvida entre muitas asas.
Embora, entre tintas, ou aquarelas, paletas mágicas ou não, também se faça a poesia.
Bom domingo.
De Jaime A. a 14 de Novembro de 2013 às 21:03
Um amor de costas voltadas, uma verdade nas sombras... o amor sempre difícil.
Gostei muito.
De Jaime A. a 14 de Dezembro de 2013 às 16:20
Tantas vezes é o amor um ente oculto... entre árvores, ou não...
De Angell a 16 de Janeiro de 2014 às 18:18
Procuras
uma afirmação no amor

Uma verdade
que as palavras
teimam em ocultar
(mas não os sentidos)

e rendes-te

ao tempo
ao ser
ao silêncio
à espera...

de uma intimidade
de um sentimento
que nunca
caberá em um só peito.

De Angell a 20 de Janeiro de 2014 às 17:37
Procuras
uma afirmação no amor

Uma verdade
que as palavras
teimam em ocultar...
(mas não os sentidos)

e rendes-te

ao tempo
ao ser
ao silêncio
à espera...

de uma intimidade

de um sentimento
que nunca
caberá em um só peito.

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