Domingo, 11 de Setembro de 2011

[ i n ] a t i n g í v e l ...

 


crescem-me poemas na insignificância...

redonda das coisas...

e nas brutais memórias que me são infância

a razão que cede a essa matéria inócua

que não existe...

 

agora!

publicado por Latitudes às 17:20
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18 comentários:
De Deo Dias a 15 de Setembro de 2011 às 10:27
Deo Dias escreveu no FB :
"Se agora não existe ... um dia existiu e marcou para sempre ... É uma bela recordação que acompanha a nossa vida. Bjs amigo"
De sampaio rego a 11 de Outubro de 2011 às 00:41
cheguei até aqui pela mão (blogue) de uma amiga. gostei das imagens nas palavras. na viagem dos textos. da calmaria do sentir - abraço
De Alexandra de Morais a 18 de Outubro de 2011 às 10:53
Existem sempre! Sempre dentro de nós estão presente os momentos, de encanto da nossa infância! Eu guardo-os e não me consigo separar deles, apesar de tão longínquos serem! E, quando me recordo, quase como um vício diário, minha mente escreve em pensamento, um poema em constante movimento que me faz viver e permanecer, neste tempo, que para mim deixou de o ser... Mais uma vez em tão poucas linhas, concentra vivências e sentimentos carregados duma emoção incontida! Um abraço joão e continue a escrever porque adoro tudo que transmite.
De Maria Da Luz Miranda a 21 de Outubro de 2011 às 11:43
Mesmo nessas brutais memórias há o dedilhar indelével e não insignificante da vida!
De Cristina Correia a 21 de Outubro de 2011 às 11:44
Em nós fica tatuado para sempre... o que fomos!... Insignificante não é quando se faz de presente... e em sombra caminha a nosso lado*... Belo Latitudes*... sensibilidade intemporal*... Beijinho meu em sorriso*
De Maria Cândida Ferreira Antunes a 21 de Outubro de 2011 às 11:46
na infância fala-se com as "coisas" nas mãos, como se tivessem vida.
Esta dignidade filosófica, prova que os homens foram por sua própria natureza sublimes poetas...Aprendi com Carlos Drumond de Andrade, apesar de ele dizer muito melhor do que eu ;)
De Fátima Vale a 21 de Outubro de 2011 às 11:50
a latitude procura o haiku ou o haicai? beijo infante
De Ana Maria Domingues a 21 de Outubro de 2011 às 11:51
…a imagem da presença das “coisas” que nos são memória, e sonhos e “tudo”…. Memorandos destas horas em que a razão nos escorre de suor, quando erguemos as mãos e seguramos o rosto…
Quantas coisas aprendemos e que estão ali à nossa espera..agora!
Trago-te beijos recheados destas coisas por nascer…Poeta que me És GRANDE!
De Maria Cândida Ferreira Antunes a 21 de Outubro de 2011 às 11:52
num crescer, crescendo,
nada se apaga, tudo
se amassa e se transforma.
A cada momento, se junta outro.
Viver ou morrer
não contêm intervalos.
De Ana Almeida Santos a 21 de Outubro de 2011 às 11:54
infância... a artéria principal...

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