Quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

poeta e artesão...

 

poeta e artesão

lavrador de opinião

escultor de ideias contrárias

algumas de igual corrente…

arquitecto de cabanas

cadeiras mesas e camas…

e outros mais acessórios

de tamanha serventia…

gaiolas? quando as fazia

e pombais prá passarada

sem saber que a poesia 

não se faz numa jornada…

poema em construção

de madeira ou de betão…

 

e se tiver um ferro à mão

também se constrói mobília

ou se faz dele instrumento

para acompanhar a canção…

pescador de solidão

de amor que sonha seu rio

a vida por onde corre…

onde nasce e se consome

aquilo porque se morre…

 

publicado por Latitudes às 11:51
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5 comentários:
De adesenhar a 7 de Outubro de 2009 às 15:54
ora muito bem
meu caro amigo
poeta dos sete ofícios
se tinhas dificuldade
com a broca nos orifícios
de tanto furar e não encontrar
devo dizer-te
sem receio de falhar
que,
com este poema
encontraste um fio condutor,
ou seja
sem rodeios e sem mais blá blá,
gostei desta vertente poética.

abraço amigo


De Edson Marques a 8 de Outubro de 2009 às 15:56
Lúcidos os teus poemas.
Brilhantes!


Abraços, flores, estrelas..
De ceu dias a 11 de Outubro de 2009 às 20:53
O poeta dos demais ofícios...continuas único...bjs e abraços
De manuela a 20 de Outubro de 2009 às 02:51
Ai João Ai João que saudades eu tenho do teu violão do Vinho Fino das cavacas e dos bonbons no Natal da exposição e da canção tao especial. Beijo Grande João. Tamos Aí!
De manuela a 20 de Outubro de 2009 às 02:56
... e agora mesmo à Manela rectifico
Ai João Ai Joãaaaao que saudades eu tenho do teu violão, do Vinho Fino, das Cavacas e dos BomBons no Natal, lembroa exposição e a canção tão especial. Beijo Grande AMIGÃO, Tamos Aí! Boa Semana.

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