Terça-feira, 18 de Março de 2008

Privação...

recolho angustiosamente

à minha jaula...

 

onde me torturam

onde me sufocam

 

onde suavemente

vou morrendo

privado de tudo

 

onde existo, sofrendo

amputado de ti...

 

vós!... vós!...

sentimentos cruéis,

cárceres preconceitos,

carrascos do meu amor,

 

deixai-me viver!...

 

publicado por Latitudes às 20:59
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5 comentários:
De s.a. a 18 de Março de 2008 às 21:46
jaula onde vivo...
Matai-me de uma vez!!
De adesenhar a 18 de Março de 2008 às 23:41
as engenharias estão com cálculos
poéticos sob efeito do momento flector!
anima-te poeta.

abraço
De Lampejo a 19 de Março de 2008 às 04:36
Mário,

Isso é um arco-íris de tão comprida que é a dor.

Eu imagino-te enlaçado com a maior dor do mundo!

Choro como choraria se ela estivesse em mim.
Não que o choro alivie a dor, não se iluda, mas chorar é transformar a dor em qualquer coisa visível.

Liberta-te dessa jaula de quem te prendeu em seus braços; e assim, preso, te faz Livre de todos os laços.

Poeta, meu poeta não te deixe que se escapem os amanheceres.

Um pacto?! Há lugar no meu colo e no meu peito...com o melhor do mel.

(a)braços e flores :)
De gabriela rocha martins a 19 de Março de 2008 às 12:51
absoluta
mente

a POESIA

quer.se
liberta

de nós


solta
a
angústia
e
ri

POETA


.
um beijo
De Ceu a 21 de Março de 2008 às 14:10
Liberta-te meu amigo e simplesmente VIVE...a tua força deverá ser tão forte quanto o teu talento!!!BJS

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