Terça-feira, 18 de Dezembro de 2007

Resta o lugar...

fica ausente

o pensamento oculto

resto eu...

esquecido o corpo

de onde parti.

 

fica a mágica

sabedoria de dizer

ainda madrugada

esperança a renascer

restas tu...

luz solitária

a iluminar o que

resta de um lugar

como eu,

paraíso onde nasci

reste absente

la pensée occulte

reste moi…

oublié le corps

d’où je suis parti

.

 

reste la magicienne

sagesse de dire

encore aube

espoir à renaître

restes toi…

lumière solitaire

à illuminer ce qui

reste d’une place

comme moi,

paradis où je suis né

 

 

 

 

 

 

aos amigos das letras:

aceito correcções para melhorar esta tentativa de tradução

imagem: adamix

 

publicado por Latitudes às 08:53
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2 comentários:
De M.C a 19 de Dezembro de 2007 às 02:45
Mário,


Paraíso onde nascestes é um lugar meu,
(e todo azul seu) e se você continuar escrevendo desse jeito tão lindo vou acabar me apaixonando...por uma “luz solitária” apaziguada na lonjura do céu...!

Fico feliz por ela existir!

(a)braços meus, poeta com mãos estendidas de mágicas e sabedorias...

De Béatrice a 19 de Dezembro de 2007 às 17:45
Juan,

merveilleuse, touchante, palpitante, émouvante....
quoi te dire de plus, tellement ta poésie m'a bouleversée.
Un vrai chef d-oeuvre. Que du bonheur. Merci de pouvoir la partager.

Bien sincèrement.

Affectueusement.

Béatrice

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.João Ramos

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porque a riqueza está
na diversidade...
não à uniformização...
"as imagens possíveis.../ neste lugar ao sul no meu/ interior nordeste/ uma viagem à minha / geografia interior/ lugar onde sou e que sou, sempre!.../ ainda que em Latitudes ausentes/ buscando uma longitude constante” Mário João Page copy protected against web site content infringement by Copyscape


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fiquei deslumbrado com esta pequena bruxinha... mágica poesia que se lança como um feitiço aos olhares mais desencantados...
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